| Sinal aparente | Risco oculto | Como checar |
|---|---|---|
| Máquina limpa e repintada | Pintura cobrindo vazamento ou solda em placa | Procure marcas de solda nas placas e óleo sob a base |
| "Está em ótimo estado" | Sem dado de desgaste de fuso e canhão | Exija a medição da folga, não aceite só a palavra |
| Liga e movimenta no vazio | Instabilidade só aparece sob carga | Rode quente, injetando, e observe vários ciclos |
| Comando ligado | Alarmes recorrentes no histórico | Abra o registro de falhas do CLP |
Exigindo histórico documentado e rastreando a origem da máquina. Procedência é o que responde à pergunta mais importante: como esse equipamento foi usado e mantido até aqui?
Peça o histórico completo de manutenção, com trocas de óleo e filtro, reparos maiores e componentes substituídos. Confira o contador de horas e ciclos, a documentação de recondicionamento, os manuais e os esquemas elétricos. Máquina sem histórico documentado é o principal sinal de alerta.
Comprar de quem mantém estoque presencial em São Paulo e permite ver e testar a máquina reduz muito o risco. Um fornecedor que, por princípio, não compra equipamento parado ou avariado tende a oferecer máquinas em condição de produção, e não sucata repaginada.
Na parceria com a DMI, iniciada em 2023, a OM Plásticos cresceu 40% em produtividade, com impacto de até 80% na lucratividade. Um exemplo de como a máquina certa, bem escolhida, muda o resultado da operação. Fonte: DMI Máquinas Injetoras.